segunda-feira, 24 de novembro de 2025

Projeto "ilusão de Ótica e Saúde Mental"



Projeto "Ilusão de Ótica e Saúde Mental- Eu Interior Projetado"




Introdução

Definição de termos[1]

“- Uma ilusão de ótica ou ilusão de óptica envolve imagens que são percebidas pelo sistema visual de uma maneira e interpretadas de forma diferente no cérebro…”

“...Uma visão projetada, alterada…” “…Uma vista projetada é qualquer vista produzida a partir de uma vista existente. Isso pode incluir vistas ortográficas, vistas isométricas…”

“…Existem três tipos geralmente reconhecidos de ilusões óticas. Estas são as ilusões literais, ilusões cognitivas e ilusões fisiológicas…”

“…A ilusão de ótica literal é aquela em que a combinação de dois objetos diferentes em uma imagem cria a impressão de que existe um terceiro objeto…”

A ilusão de ótica ficcional é aquela em que observamos um objeto que não está na imagem, como se fosse uma alucinação.

“…A ilusão de ótica fisiológica ocorre quando temos estímulos através do movimento, luz, brilho e cor que atrapalham o sistema visual…”

         No presente estudo as ilusões percebidas e apresentadas como instrumento de recolha de dados, pelo descrito, seriam ilusões de óticas literais

 

Justificação

Uma ilusão de ótica pode dar origem a falsos diagnósticos em Psiquiatria, por poder ela própria desencadear  episódios de “surto psicótico”, dentro de um contexto propício, nomeadamente num processo pós traumático ou de maior Stress, como por exemplo após ser vítima de algum tipo de violência, luto arrastado por culpas reais ou imaginárias, crise de valores e princípios, entre outros, que possam provocar uma situação pouco valorizada ou pensada em Medicina, em particular na Psiquiatria ou na religião, que é a Dor na (da) Alma – sofrimento da Alma, incapacitante, sem ser uma doença ou distúrbio físico ou mental.



[1] Enxertos tirados do motor de busca Google 

Desenvolvimento

Evolução

O presente projeto começou a ser “desenhado” em 2020, num período muito conturbado, vencido principalmente pelas caminhadas junto à Natureza em que o fotografar as maravilhas encontradas e o que era fora do habitual esteve presente, numa dessas fotos, uma chamou a atenção uma “gravura” num muro que parecia uma tela pintada: Uma mulher, porém, era uma ilusão de ótica formada pela sombra das plantas e o reflexo do sol, nesse muro, daí surgir a reflexão e o título “A Arte (in)Visível da Natureza” que originou várias publicações no Blogue Razão x Emoção, porém como era de fotografia, desvirtuava o blogue q de reflexão, foi criado o Blogue com o título referido para colocar as fotos, foram feitos cerca de 50 publicações, cada uma contendo cerca de 10 fotos, em cada foto 1, 2, 3 ou mais ilusões de ótica

As ilusões de óticas multiplicaram-se e já não se conseguiu dar continuidade conforme estava sendo feito (assinalar as ilusões com setas tênues para não “estragar” a foto e nomear a ilusão percebida e publicar no blogue), passou-se apenas a assinalar e deixar como rascunho no blogue e assim ficou até novembro de 2024, altura em que o projeto foi retomado (em outubro os rascunhos do blogue foram continuados em termos de assinalar as ilusões de forma a torna-las perceptíveis) e adquiriu a forma que tem atualmente)

Surgiram reflexões sobre as ilusões de ótica, correlacionando às alucinações da psicose, tentando entender estas últimas, se o mecanismo seria o mesmo, durante a realização de um trabalho que começou a ser elaborado também em 2020 (embora tivesse sido concluído na altura, porém, só foi impresso e encadernado em fevereiro de 2024). Nesse trabalho referido, surgiu a ideia de fazer um paralelismo entre ilusões de ótica e o conteúdo desse trabalho que estava sendo desenvolvido e fazer a articulação entre ambos.

Metodologia

Impresso o referido trabalho em 2024, como mencionado anteriormente, o projeto Ilusão de ótica começou a ser estruturado:

Problema1: A Ilusão de ótica percebida numa foto por uma pessoa é real se for perceptível por outra pessoa

H0 = A ilusão de ótica percebida nas fotos por uma pessoa, existe, é real e atravessa o tempo (passado algum tempo continua a ser perceptível pela pessoa e por outra pessoa)

H1 = A ilusão de ótica percebida nas fotos por uma pessoa, não existe, não é real e passado algum tempo nem a própria pessoa a torna a perceber

Se houver um total > 75% de resposta “sim” e/ou conseguir perceber > 75% a mesma ilusão na foto passado alguns anos , então H0 é verdadeira

Se houver um total 50%- 75% de resposta “sim” e/ou conseguir perceber 50%- 75%  a mesma ilusão na foto passado alguns anos , então o resultado é inconclusivo

Se houver um total <50% de resposta “sim” e/ou conseguir perceber <50%  a mesma ilusão na foto passado alguns anos , então H1 é aceite e H0 é rejeitada

 

Problema2: Ilusão de ótica numa fotografia é a projeção do momento interior do fotógrafo e de quem vê a fotografia

                H0 = A ilusão de ótica numa fotografia é a projeção do momento interior do fotógrafo e de quem vê a fotografia

                H1= A ilusão de ótica numa fotografia não é a projeção do momento interior do fotógrafo e de quem vê a fotografia

Se houver indícios que aponte para o momento em que foi tirada a foto e houver um total de >75% de resposta “sim”» e/ou se for visualizado a mesma ilusão, então, H0 verdadeira, justifica integrar no trabalho sobre o surto psicótico e dentro desse contexto ser uma psicoterapia ou autopsicoterapia.

Se houver indícios que aponte para o momento em que foi tirada a foto e houver um total de 50% - 75% de resposta “sim”» Inconclusivo, porém se as ilusões corresponderem às mesmas ilusões, ainda assim justifica integrar no trabalho sobre o surto psicótico e dentro desse contexto ser uma psicoterapia ou autopsicoterapia.

         Se houver indícios que aponte para o momento em que foi tirada a foto e houver um total de <50% de resposta “sim”» H1 verdadeira, logo H0 falsa e não justifica integrar no trabalho sobre o surto psicótico e dentro desse contexto ser uma psicoterapia ou autopsicoterapia.

Objetivo: Demonstrar que a ilusão de ótica numa fotografia é a projeção do momento interior do fotógrafo e de quem vê a fotografia

Finalidade: Integrar, o resultado e conclusão obtida, no contexto do surto psicótico e psicoterapia/autopsicoterapia

 Com as seguintes etapas:

1-    Retoma dos rascunhos do blogue, passando-os para o programa Word

2-    Publicação de todos os rascunhos conforme estavam e assim, conservando as datas em que foram feitos, poder publicar o projeto

3-    Delimitação novamente as ilusões, com perplexidade, passado quatro anos, as mesmas ilusões que haviam sido assinaladas de forma tênue, foram percebidas e assinaladas de forma forte, visando justamente o instrumento de recolha de dados:

Marcação com setas (padronizadas em 2020) as ilusões de óticas percebidas :

Rosa = coração

Púrpura = Letra “F” e “E”, palavra “Deus”, “Jesus”, Imagem Dele ou religiosas

Laranja = objetos e demais letras

Amarelo = Estetoscópio, vestidos e roupas, imagem de mulher ou de partes do corpo humano

Azul ou verde = Imagem de homem, animais

Vermelho = monstro, feras, olhos

(Alteração feita em 2024: Laranja = vestidos e roupas; Amarelo =estetoscópio, partes do corpo humano; Azul duas tonalidades= Homem  e  animais; Castanho = Objetos e as letras, exceto as letras "F" e "E", as demais permaneceram iguais)

4-   As fotos foram passadas para o programa PPT, depois de assinalada e nomeadas, tornou-se a passar para o programa Word- totalizando 546 fotos (tiradas de março a maio de 2020 em plena Pandemia COVID19)

5-     Seleção das fotos para elaboração do instrumento de recolha dos dados, estipulou-se 10% das fotos assinaladas no PPT e numeração começando por R1 (resposta 1) e nomeação das ilusões

6-   Criação do instrumento de recolha de dados (retirou-se o nome das ilusões, mantendo a numeração: R1-R253

7-    Redução das fotos numeradas e colocação das mesmas no Excel (para posterior análise dos resultados e discussão dos mesmos)

8-    Envio do instrumento de recolha de dados para os colaboradores por correio eletrônico, em PPT anexo (para poderem escrever no próprio instrumento, se viam e o que viam):

Três instrumentos de recolha de dados foram enviados por correio eletrônico, um colaborador mostrou-se pouco interessado em responder, outro nada disse ou respondesse que tivesse lido; O terceiro iniciou as respostas, mas não continuou, porém, essas escassas respostas, serão suficientes para a confirmação ou rejeição das hipóteses formuladas:

R1= Sim, R2= Sim; R3 e R4 = Não; R5 = outra (mas depois de mencionada conseguiu visualizar; R6= Sim (a ilusão que foi percebida, mas não mencionada, porque eram duas e optou-se pela segunda) 

Foram inseridos na folha de cálculo (Excel)

 


Projeto Ilusão de ótica-[1] componente de um projeto maior, composto por 5 projetos individuais (que serão articulados entre si).

 Desde já, sou grata pela sua imprescindível colaboração

Procedimento igual para todas as fotos: Observar as fotos e verificar se consegue ver a ilusão delimitada pelas setas, e ir escrevendo após o sinal de igual, se não vir, coloca do lado “não”, se vir outra ilusão que não esteja assinalada, delimitar com setas na cor diferente da cor aqui padronizada. Exemplificando com a primeira foto:



[1] Publicado no Blogue http://naturezadailusao.blogspot.com no dia 30/12/2024


1-Número da foto e data que foi tirada

Cor da seta= Ilusão de ótica

As setas têm cores padronizadas para todas as fotos:

 Rosa = coração

Púrpura = Letra “F” e “E”, Imagem Papai Noel ou religiosa

Laranja = Vestido e roupas

Amarelo = Estetoscópio, imagem de mulher ou de partes do corpo humano

Azul  tonalidade clara = Imagem de homem

Azul  tonalidade mais escura = Imagem de animal

Vermelho = monstro, feras, olhos

 

1-    Publicação das fotos selecionadas como instrumento de recolha de dados só com as setas, caso alguém  se interessar e quiser colaborar,  basta responder se consegue identificar a ilusão assinalada, como comentário coloca o número da foto e o que encontrou, por exemplo: foto nº1 seta vermelha não identifiquei, seta amarela = Mulher





1-        Integração do projeto Ilusões de ótica noutros projetos correlacionados, dois já concluídos (impresso e encadernado), outro concluído (falta impressão e encadernação), um outro (antigo concluído, mas falta ser revisto, adaptado impresso e encadernado), e ainda outro a ser desenvolvido (serão 6 trabalhos integrados, contando com este)

Resultado

Três instrumentos de recolha de dados foram enviados por correio eletrônico, um colaborador mostrou-se pouco interessado em responder, outro nada disse ou respondesse que tivesse lido; O terceiro iniciou as respostas, mas não continuou, porém, essas escassas respostas, serão suficientes para a confirmação ou rejeição das hipóteses formuladas:

R1= Sim, R2= Sim; R3 e R4 = Não; R5 = outra (mas depois de mencionada conseguiu visualizar; R6= Sim (a ilusão que foi percebida, mas não mencionada, porque eram duas e optou-se pela segunda) 

1-   Foram inseridos na folha de cálculo (Excel)



 Ii


                Se houver um total de >75% de resposta “sim”» H0 verdadeira, justifica integrar contexto do surto psicótico e ser uma psicoterapia.

                Se houver um total de 50% - 75% de resposta “sim”» Inconclusivo

                Se houver um total de <50% de resposta “sim”» H1 verdadeira, logo H0 falsa

Início do resultado do Colaborador NC (1/4/2025)[1]



[1] Enviado por WhatsAppInício do resultado do Colaborador NC (1/4/2025) 

Amarelo- estetoscópio…você é de medicina, será que está a ser um pouquinho parcial? Se fosse mecânica, via uma caixa de velocidades ou uma transmissão? –

---Até poderá ser…mas aqui não está em questão a ilusão em si, mas se outra pessoa conseguiria ver, além de mim, o que confirmaria ou negaria a existência de uma ilusão…num caso ou outro ajudará no aceitar ou rejeitar a hipótese formulada

Gostaria de deixar uma reclamação formal- em fotos de árvores é fácil encontrar “letra F ou “E”- Não deve contar pontos!

--- Não é assim tão fácil…as fotos são todas com árvores e nem em todas consegui identificar “F” “E”

----Por Acaso no R2 eu também vi a mesma imagem da pomba além da que eu assinalei que é o perfil de uma mulher com o cabelo preso. Na R4 está a resposta a sua reclamação, seria “F” “E” o que prova o que eu disse anteriormente 

R4, caracter chines…conta?

R2, o perfil de uma mulher de cabelo curto

Recuso-me a fazer seja o que for se não incluir uma classe para coelhos!!!!! Lá está, um desenhos que faço facilmente, acabo por associar as formas mais facilmente...vi um ESQUILOOOOOOO, não era outro coelho!

R1- ~= (cara, nariz, boca)

R2= Pomba voar (também tinha visto, mas opção foi pela “mulher com coque”, ao mencionar já viu a “mulher”, mas de cabelo curto)

R3= Não (era um “coração”)

R4= Ave Maria…não, nem por isso…nada, não… (Era “F” “E”)

R5 = Não encontrou o anjo- encontrou um coelho que também foi encontrado, mas a preferência  foi assinalar o anjo (embora o coelho, assim como o cão, sempre fora um animal preferido,) 

R6= não assinalou

R7 = não assinalou, mas encontrou uma ilusão de um passarinho que colocou a imagem de um e já consegui ver também

Resultado 1-  Obtido na remarcação das ilusões para o instrumento de coleta de dados: 90% das ilusões percebidas, anos depois ,permanecem perceptíveis 

Ilusão Perceptível Anos Depois

  Sim 90%  

Não 10%

Ilusão Perceptível Anos Depois

 

Sim

90%

 

Não

10%

 



Resultado 2- Obtido no instrumento de coleta de dados: 66,66% de resposta “sim” e concordante com a ilusão percebida

Ilusão Perceptível e Concordante

 

Sim

66,66

 

Não

33,34



Ilusão Perceptível e Concordante

  Sim 66,66  

Não 33,34


Ilusões frequentes

Ilusões

%

N

Coração

24,90

63

Vestido

15,02

38

Olhos

12,65

32

Cão

8,30

21

Estetoscópio

8,70

22

Papai Noel

1,98

5

F E

4,74

12

Outros

23,72

60

Total

100,00

253



 Discussão de dados


Problema1: A Ilusão de ótica percebida numa foto por uma pessoa é real se for perceptível por outra pessoa

Resultado obtido 66,66% de respostas “sim” e 90% das ilusões continuou a ser perceptível passado alguns anos

 Se houver um total > 75% de resposta “sim” e/ou conseguir perceber > 75% a mesma ilusão na foto passado alguns anos , então H0 é verdadeira. Houve 66,66% de respostas “sim” , mas houve 90% das ilusões continuarem a ser perceptível anos depois, logo H0 é verdadeira:

A ilusão de ótica percebida nas fotos por uma pessoa, existe, é real e atravessa o tempo (passado algum tempo continua a ser perceptível pela pessoa e/ou por outra pessoa)


Problema2: Ilusão de ótica numa fotografia é a projeção do momento interior do fotógrafo e de quem vê a fotografia

Resultado obtido Resultado obtido 66,66% de respostas “sim” e houve indícios, pelas ilusões serem repetidas nas fotos tiradas em dias diferentes e corresponderem ao momento conturbado em que foram tiradas:

“Coração”, “F E”, “Papai Noel”= Sempre após sintonia profunda com o Divino e/ou em momentos de reflexão/ Inspiração (=Sussurro de Deus), (embora encontrar formatos de  “coração” seja uma constante desde a adolescência)

“Vestido” = Durante o período conturbado um dos focos era o vestuário na cor preta com uso permanente de Kispos/Parka e botas, talvez por isso a visualização dessa ilusão de forma constante (ou uma antevisão do futuro, quando estava saindo do período conturbado o vestuário habitual foi alterado para um vestido de cerimônia, cujo modelo foi uma “réplica” de uma das ilusões “vestido” assinaladas, sem que fosse essa intenção e sem muito procurar, apenas uma constatação do presente distanciado algum tempo desse passado)

“Olhos” = No período conturbado referido havia o foco permanente de estar sendo vigiada/monitorada, talvez por isso a razão de ser frequente essa ilusão, por vezes cerca de 3 ou mais numa mesma foto (mas que só foi computado um por foto)

“Estetoscópio”= O período conturbado teve como fatores desencadeantes ligados à área da Saúde, pessoal e profissional, portanto foco permanentemente presente, corroborado pelo comentário do colaborador NC: ...” Amarelo- estetoscópio…você é de medicina, será que está a ser um pouquinho parcial? Se fosse mecânica, via uma caixa de velocidades ou uma transmissão?”

“Cão”= No período conturbado um houve um cão, o “75” (como o chamava) que foi um foco constante da atenção e que se refletiu numa rotina presente na atualidade, dois meses também houve um cão que marcou e também corroborou para essa rotina ( numa celebração da missa ao ar livre no momento da Comunhão um cão andava de pessoa em pessoa “pedindo” comida, um  dos participantes, abriu um pacote de bolacha discretamente e deu-lhe, felizmente não veio pedir, porque não teria nada na bolsa para lhe dar). Ou talvez, como no caso do vestido, uma antevisão do futuro : Houve um cão que sempre estava preso, mas um dia estava solto e a traição, sem que houvesse motivo (talvez teria porque ouvia-se ovelhas e devia ser um cão pastor que estivesse guardando as ovelhas de quem se aproximasse) mordeu a perna; houve  um dia que uma matilha de cães que estavam sendo treinados que se aproximaram, apenas ladrando; houve um terceiro cão, “o batedor” (como o chamava) que fugia de casa para vir ao encontro, que foi um companheiro de caminhada por muitos meses (novamente apenas uma constatação do presente distanciado algum tempo desse passado).

Se houver indícios que aponte para o momento em que foi tirada a foto e houver um total de 50% - 75% de resposta “sim”» Inconclusivo, porém se as ilusões corresponderem às mesmas ilusões, ainda assim justifica integrar no trabalho sobre o surto psicótico e dentro desse contexto ser uma psicoterapia ou autopsicoterapia.

Resultado obtido 66,66% de respostas “sim”, logo resultado: 

                                                     Inconclusivo

Contudo, houve indícios que apontam  para as ilusões corresponderem ao momento interior quando a foto foi tirada, justifica integração no trabalho sobre o surto psicótico e dentro desse contexto ser uma psicoterapia ou autopsicoterapia

Conclusão

Uma ilusão de ótica pode dar origem a falsos diagnósticos em Psiquiatria, por poder ela própria desencadear  episódios de “surto psicótico”, dentro de um contexto propício, nomeadamente num processo pós traumático ou de maior Stress, como por exemplo após ser vítima de algum tipo de violência, luto arrastado por culpas reais ou imaginárias, crise de valores e princípios, entre outros, que possam provocar uma situação pouco valorizada ou pensada em Medicina, em particular na Psiquiatria ou na religião, que é a Dor na (da) Alma – sofrimento da Alma, incapacitante, sem ser uma doença ou distúrbio físico ou mental.

         Contudo, uma ilusão de ótica pode ser a projeção mental daquilo que predomina no pensamento no momento, isso relativo às ilusões de óticas captadas pela câmara fotográfica, sendo previamente visualizadas motivando a foto, ou percebidas posteriormente quando se olha a foto tirada. No presente estudo, as ilusões percebidas são mistas, umas direcionadas antes de fotografar, outras depois de fotografadas, inclusive numa mesma foto. Neste contexto, a ilusão de ótica pode ser uma psicoterapia ou autopsicoterapia, como forma de libertação, “limpeza” da mente ou remoção dos “espinhos na Alma”.

         A ilusão de ótica nas fotografias tiradas podem ter três significados, como nos sonhos:

- Ser apenas uma ilusão de ótica do momento sem nenhum significado (como no sonho ser apenas um sonho e nada mais)

- Ser a mistura das cenas do presente com as cenas do passado que ficaram fortemente impressas/fixadas na memória, por tanto lembranças reais projetadas na imagem

-Ser uma antevisão do futuro (como nos sonhos), mas nem sempre percebida. Esta foi mencionada na discussão de dados, porque foram percebidas, podendo ou não ser uma verdade ou apenas coincidência, porém as coincidências não existem, e como é afirmado no Hermetismo “nada está solto no Universo” e acrescento, uma inspiração (=”sussurro de Deus”, termo próprio refletido/criado): “tudo tem uma razão para acontecer”, quando for para acontecer e no momento certo de acontecer”

Apesar do resultado ser inconclusivo porque foi 66,66% de respostas “sim” (conforme foi estabelecido para aceitação ou rejeição das hipóteses formuladas), porém,  dado os indícios referidos:

Justifica ser integrado no trabalho relativo ao surto psicótico e dentro desse contexto ser uma psicoterapia ou autopsicoterapia

Aplicação Prática

1-    Integração do projeto Ilusões de ótica noutros projetos correlacionados, dois já concluídos (impresso e encadernado), outro concluído (falta impressão e encadernação), um outro (antigo concluído, mas falta ser revisto, adaptado, impresso e encadernado), e ainda outro a ser desenvolvido (serão 6 trabalhos integrados, contando com este)

2-    Uma técnica para psicoterapia (se aplicada dirigida por um terapeuta) ou autopsicoterapia (se for a própria pessoa a utilizá-la) em situações como a Depressão ou humor deprimido, Stress, Ansiedade, Défice de Atenção, Hiperatividade

 Caminhar ( de preferência junto à natureza), fotografar o que chama a atenção, seja um cenário belo ou diferente, ou o que sai fora do normal, do comum e o que parece ser, que na verdade não seja, depois verificar  se o que viu (que motivou a foto) foi captado pela câmara fotográfica e verificar se a câmara captou alguma coisa que não viu, ou seja uma ilusão de ótica e tentar saber o porque do que viu, correlacionando com o seu momento interior => treino da atenção e concentração; Estímulo da memória visual; Descontração; Relaxamento; Reflexão e meditação; Abstração da realidade, sem criar realidade paralela; Higiene mental; Estar em sintonia consigo mesmo e com a Natureza, logo com o Universo e seu Criador. Além de exercitar o cérebro, retardando o seu envelhecimento.


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