Introdução
“- Uma ilusão de ótica ou ilusão de óptica envolve
imagens que são percebidas pelo sistema visual de uma maneira e interpretadas
de forma diferente no cérebro…”
“...Uma visão projetada,
alterada…” “…Uma vista projetada é
qualquer vista produzida a partir de uma vista existente. Isso pode incluir
vistas ortográficas, vistas isométricas…”
“…Existem três
tipos geralmente reconhecidos de ilusões óticas. Estas são as ilusões
literais, ilusões cognitivas e ilusões fisiológicas…”
“…A ilusão de ótica literal é
aquela em que a combinação de dois objetos diferentes em uma imagem cria a
impressão de que existe um terceiro objeto…”
A ilusão de ótica ficcional
é aquela em que observamos um objeto que não está na imagem, como se fosse uma
alucinação.
“…A ilusão de ótica
fisiológica ocorre quando temos estímulos através do movimento, luz, brilho e
cor que atrapalham o sistema visual…”
No presente estudo as ilusões percebidas e apresentadas como
instrumento de recolha de dados, pelo descrito, seriam ilusões de óticas
literais
Justificação
Uma ilusão de ótica pode dar origem
a falsos diagnósticos em Psiquiatria, por poder ela própria desencadear episódios de “surto psicótico”, dentro de um
contexto propício, nomeadamente num processo pós traumático ou de maior Stress,
como por exemplo após ser vítima de algum tipo de violência, luto arrastado por
culpas reais ou imaginárias, crise de valores e princípios, entre outros, que
possam provocar uma situação pouco valorizada ou pensada em Medicina, em
particular na Psiquiatria ou na religião, que é a Dor na (da) Alma – sofrimento
da Alma, incapacitante, sem ser uma doença ou distúrbio físico ou mental.
[1] Enxertos tirados do motor de busca Google
Desenvolvimento
Evolução
O presente projeto começou a ser
“desenhado” em 2020, num período muito conturbado, vencido principalmente pelas
caminhadas junto à Natureza em que o fotografar as maravilhas encontradas e o
que era fora do habitual esteve presente, numa dessas fotos, uma chamou a
atenção uma “gravura” num muro que parecia uma tela pintada: Uma mulher, porém,
era uma ilusão de ótica formada pela sombra das plantas e o reflexo do sol,
nesse muro, daí surgir a reflexão e o título “A Arte (in)Visível da Natureza”
que originou várias publicações no Blogue Razão x Emoção, porém como era de
fotografia, desvirtuava o blogue q de reflexão, foi criado o Blogue com o
título referido para colocar as fotos, foram feitos cerca de 50 publicações,
cada uma contendo cerca de 10 fotos, em cada foto 1, 2, 3 ou mais ilusões de
ótica
As ilusões de óticas
multiplicaram-se e já não se conseguiu dar continuidade conforme estava sendo
feito (assinalar as ilusões com setas tênues para não “estragar” a foto e
nomear a ilusão percebida e publicar no blogue), passou-se apenas a assinalar e
deixar como rascunho no blogue e assim ficou até novembro de 2024, altura em
que o projeto foi retomado (em outubro os rascunhos do blogue foram continuados
em termos de assinalar as ilusões de forma a torna-las perceptíveis) e adquiriu
a forma que tem atualmente)
Surgiram reflexões sobre as ilusões
de ótica, correlacionando às alucinações da psicose, tentando entender estas
últimas, se o mecanismo seria o mesmo, durante a realização de um trabalho que
começou a ser elaborado também em 2020 (embora tivesse sido concluído na
altura, porém, só foi impresso e encadernado em fevereiro de 2024). Nesse
trabalho referido, surgiu a ideia de fazer um paralelismo entre ilusões de
ótica e o conteúdo desse trabalho que estava sendo desenvolvido e fazer a
articulação entre ambos.
Metodologia
Impresso o referido trabalho em
2024, como mencionado anteriormente, o projeto Ilusão de ótica começou a ser
estruturado:
Problema1: A Ilusão de ótica percebida
numa foto por uma pessoa é real se for perceptível por outra pessoa
H0 = A ilusão de ótica percebida nas
fotos por uma pessoa, existe, é real e atravessa o tempo (passado algum tempo
continua a ser perceptível pela pessoa e por outra pessoa)
H1 = A ilusão de ótica percebida nas
fotos por uma pessoa, não existe, não é real e passado algum tempo nem a
própria pessoa a torna a perceber
Se houver um total > 75% de
resposta “sim” e/ou conseguir perceber > 75% a mesma ilusão na foto passado
alguns anos , então H0 é verdadeira
Se houver um total 50%- 75% de
resposta “sim” e/ou conseguir perceber 50%- 75%
a mesma ilusão na foto passado alguns anos , então o resultado é
inconclusivo
Se houver um total <50% de
resposta “sim” e/ou conseguir perceber <50%
a mesma ilusão na foto passado alguns anos , então H1 é aceite e H0 é
rejeitada
Problema2: Ilusão de ótica numa fotografia
é a projeção do momento interior do fotógrafo e de quem vê a fotografia
H0 = A ilusão de ótica numa fotografia é a projeção do momento interior do
fotógrafo e de quem vê a fotografia
H1= A ilusão de ótica numa fotografia não é a projeção do momento interior do
fotógrafo e de quem vê a fotografia
Se houver indícios que aponte para o
momento em que foi tirada a foto e houver um total de >75% de resposta
“sim”» e/ou se for visualizado a mesma ilusão, então, H0 verdadeira, justifica
integrar no trabalho sobre o surto psicótico e dentro desse contexto ser uma
psicoterapia ou autopsicoterapia.
Se houver indícios que aponte para o
momento em que foi tirada a foto e houver um total de 50% - 75% de resposta
“sim”» Inconclusivo, porém se as ilusões corresponderem às mesmas ilusões,
ainda assim justifica integrar no trabalho sobre o surto psicótico e dentro
desse contexto ser uma psicoterapia ou autopsicoterapia.
Se
houver indícios que aponte para o momento em que foi tirada a foto e houver um
total de <50% de resposta “sim”» H1 verdadeira, logo H0 falsa e não justifica
integrar no trabalho sobre o surto psicótico e dentro desse contexto ser uma
psicoterapia ou autopsicoterapia.
Objetivo: Demonstrar que a ilusão de ótica
numa fotografia é a projeção do momento interior do fotógrafo e de quem vê a
fotografia
Finalidade: Integrar, o resultado e conclusão
obtida, no contexto do surto psicótico e psicoterapia/autopsicoterapia
Com as seguintes etapas:
1-
Retoma
dos rascunhos do blogue, passando-os para o programa Word
2-
Publicação
de todos os rascunhos conforme estavam e assim, conservando as datas em que
foram feitos, poder publicar o projeto
3-
Delimitação novamente as ilusões, com
perplexidade, passado quatro anos, as mesmas ilusões que haviam sido
assinaladas de forma tênue, foram percebidas e assinaladas de forma forte,
visando justamente o instrumento de recolha de dados:
Marcação com setas (padronizadas em
2020) as ilusões de óticas percebidas :
Rosa = coração
Púrpura = Letra “F” e “E”, palavra
“Deus”, “Jesus”, Imagem Dele ou religiosas
Laranja = objetos e demais letras
Amarelo = Estetoscópio, vestidos e
roupas, imagem de mulher ou de partes do corpo humano
Azul ou verde = Imagem de homem,
animais
Vermelho = monstro, feras, olhos
(Alteração feita em 2024: Laranja =
vestidos e roupas; Amarelo =estetoscópio, partes do corpo humano; Azul duas
tonalidades= Homem e animais; Castanho = Objetos e as letras,
exceto as letras "F" e "E", as demais permaneceram iguais)
4-
As
fotos foram passadas para o programa PPT, depois de assinalada e nomeadas,
tornou-se a passar para o programa Word- totalizando 546 fotos (tiradas de
março a maio de 2020 em plena Pandemia COVID19)
5-
Seleção das fotos para elaboração do
instrumento de recolha dos dados, estipulou-se 10% das fotos assinaladas no PPT
e numeração começando por R1 (resposta 1) e nomeação das ilusões
6-
Criação
do instrumento de recolha de dados (retirou-se o nome das ilusões, mantendo a
numeração: R1-R253
7-
Redução
das fotos numeradas e colocação das mesmas no Excel (para posterior análise dos
resultados e discussão dos mesmos)
8- Envio do instrumento de recolha de dados para os colaboradores por correio eletrônico, em PPT anexo (para poderem escrever no próprio instrumento, se viam e o que viam):
Três instrumentos de recolha de dados foram enviados por correio eletrônico, um colaborador mostrou-se pouco interessado em responder, outro nada disse ou respondesse que tivesse lido; O terceiro iniciou as respostas, mas não continuou, porém, essas escassas respostas, serão suficientes para a confirmação ou rejeição das hipóteses formuladas:
R1= Sim, R2= Sim; R3 e R4 = Não; R5 = outra (mas depois de mencionada conseguiu visualizar; R6= Sim (a ilusão que foi percebida, mas não mencionada, porque eram duas e optou-se pela segunda)
Foram inseridos na folha de cálculo (Excel)
Projeto
Ilusão de ótica-[1]
componente
de um projeto maior, composto por 5 projetos individuais (que serão articulados
entre si).
Desde já, sou grata pela sua imprescindível
colaboração
Procedimento
igual para todas as fotos: Observar as fotos e verificar se consegue ver a
ilusão delimitada pelas setas, e ir escrevendo após o sinal de igual, se não
vir, coloca do lado “não”, se vir outra ilusão que não esteja assinalada,
delimitar com setas na cor diferente da cor aqui padronizada. Exemplificando
com a primeira foto:
[1]
Publicado no Blogue http://naturezadailusao.blogspot.com no dia 30/12/2024
1-Número da foto e data que foi tirada
Cor da seta= Ilusão de ótica
As setas têm cores padronizadas para todas
as fotos:
Rosa
= coração
Púrpura = Letra “F” e “E”, Imagem Papai
Noel ou religiosa
Laranja = Vestido e roupas
Amarelo = Estetoscópio, imagem de mulher ou
de partes do corpo humano
Azul
tonalidade clara = Imagem de homem
Azul
tonalidade mais escura = Imagem de animal
Vermelho = monstro, feras, olhos
1-
Publicação
das fotos selecionadas como instrumento de recolha de dados só com as setas,
caso alguém se interessar e quiser colaborar, basta responder se
consegue identificar a ilusão assinalada, como comentário coloca o número da
foto e o que encontrou, por exemplo: foto nº1 seta vermelha não identifiquei,
seta amarela = Mulher
1- Integração do projeto Ilusões de
ótica noutros projetos correlacionados, dois já concluídos (impresso e
encadernado), outro concluído (falta impressão e encadernação), um outro
(antigo concluído, mas falta ser revisto, adaptado impresso e encadernado), e ainda
outro a ser desenvolvido (serão 6 trabalhos integrados, contando com este)
Resultado
Três instrumentos de recolha de
dados foram enviados por correio eletrônico, um colaborador mostrou-se pouco
interessado em responder, outro nada disse ou respondesse que tivesse lido; O
terceiro iniciou as respostas, mas não continuou, porém, essas escassas
respostas, serão suficientes para a confirmação ou rejeição das hipóteses
formuladas:
R1=
Sim, R2= Sim; R3 e R4 = Não; R5 = outra (mas depois de mencionada conseguiu
visualizar; R6= Sim (a ilusão que foi percebida, mas não mencionada, porque
eram duas e optou-se pela segunda)
1- Foram inseridos na folha de cálculo (Excel)
Ii
Se houver um total de >75% de resposta “sim”» H0 verdadeira, justifica
integrar contexto do surto psicótico e ser uma psicoterapia.
Se houver um total de 50% - 75% de resposta “sim”» Inconclusivo
Se houver um total de <50% de resposta “sim”» H1 verdadeira, logo H0 falsa
Início
do resultado do Colaborador NC (1/4/2025)[1]
[1] Enviado por WhatsAppInício do resultado do Colaborador NC (1/4/2025)
Amarelo- estetoscópio…você é de medicina, será que está a ser um pouquinho parcial? Se fosse mecânica, via uma caixa de velocidades ou uma transmissão? –
---Até poderá ser…mas aqui não está em questão a ilusão em si, mas se outra pessoa conseguiria ver, além de mim, o que confirmaria ou negaria a existência de uma ilusão…num caso ou outro ajudará no aceitar ou rejeitar a hipótese formulada
Gostaria de deixar uma reclamação formal- em fotos de árvores é fácil encontrar “letra F ou “E”- Não deve contar pontos!
--- Não é assim tão fácil…as fotos são todas com árvores e nem em todas consegui identificar “F” “E”
----Por Acaso no R2 eu também vi a mesma imagem da pomba além da que eu assinalei que é o perfil de uma mulher com o cabelo preso. Na R4 está a resposta a sua reclamação, seria “F” “E” o que prova o que eu disse anteriormente
R4, caracter chines…conta?
R2, o perfil de uma mulher de cabelo curto
Recuso-me a fazer seja o que for se não incluir uma classe para coelhos!!!!! Lá está, um desenhos que faço facilmente, acabo por associar as formas mais facilmente...vi um ESQUILOOOOOOO, não era outro coelho!
R1- ~= (cara, nariz, boca)
R2= Pomba voar (também tinha visto, mas opção foi pela “mulher com coque”, ao mencionar já viu a “mulher”, mas de cabelo curto)
R3= Não (era um “coração”)
R4= Ave Maria…não, nem por isso…nada, não… (Era “F” “E”)
R5 = Não encontrou o anjo- encontrou um coelho que também foi encontrado, mas a preferência foi assinalar o anjo (embora o coelho, assim como o cão, sempre fora um animal preferido,)
R6= não assinalou
R7 = não assinalou, mas encontrou uma ilusão de um passarinho que colocou a imagem de um e já consegui ver também
Resultado 1- Obtido na remarcação das ilusões para o instrumento de coleta de dados: 90% das ilusões percebidas, anos depois ,permanecem perceptíveis
Ilusão Perceptível Anos Depois
Sim 90%
Não 10%
|
Ilusão Perceptível Anos Depois |
|||
|
|
Sim |
90% |
|
|
Não |
10% |
||
Resultado 2- Obtido no instrumento de coleta de dados: 66,66% de resposta “sim” e concordante com a ilusão percebida
|
Ilusão
Perceptível e Concordante |
|||
|
|
Sim |
66,66 |
|
|
Não |
33,34 |
||
Ilusão Perceptível e Concordante
Sim 66,66
Não 33,34
|
Ilusões frequentes |
||
|
Ilusões |
% |
N |
|
Coração |
24,90 |
63 |
|
Vestido |
15,02 |
38 |
|
Olhos |
12,65 |
32 |
|
Cão |
8,30 |
21 |
|
Estetoscópio |
8,70 |
22 |
|
Papai Noel |
1,98 |
5 |
|
F E |
4,74 |
12 |
|
Outros |
23,72 |
60 |
|
Total |
100,00 |
253 |
Discussão de dados
Problema1: A Ilusão de ótica percebida numa foto por uma pessoa é real se for perceptível por outra pessoa
Resultado obtido 66,66% de respostas “sim” e 90% das ilusões continuou a ser perceptível passado alguns anos
Se houver um total > 75% de resposta “sim” e/ou conseguir perceber > 75% a mesma ilusão na foto passado alguns anos , então H0 é verdadeira. Houve 66,66% de respostas “sim” , mas houve 90% das ilusões continuarem a ser perceptível anos depois, logo H0 é verdadeira:
A ilusão de ótica percebida nas fotos por uma pessoa, existe, é real e atravessa o tempo (passado algum tempo continua a ser perceptível pela pessoa e/ou por outra pessoa)
Problema2: Ilusão de ótica numa fotografia é a projeção do momento interior do fotógrafo e de quem vê a fotografia
Resultado obtido Resultado obtido 66,66% de respostas “sim” e houve indícios, pelas ilusões serem repetidas nas fotos tiradas em dias diferentes e corresponderem ao momento conturbado em que foram tiradas:
“Coração”, “F E”, “Papai Noel”= Sempre após sintonia profunda com o Divino e/ou em momentos de reflexão/ Inspiração (=Sussurro de Deus), (embora encontrar formatos de “coração” seja uma constante desde a adolescência)
“Vestido” = Durante o período conturbado um dos focos era o vestuário na cor preta com uso permanente de Kispos/Parka e botas, talvez por isso a visualização dessa ilusão de forma constante (ou uma antevisão do futuro, quando estava saindo do período conturbado o vestuário habitual foi alterado para um vestido de cerimônia, cujo modelo foi uma “réplica” de uma das ilusões “vestido” assinaladas, sem que fosse essa intenção e sem muito procurar, apenas uma constatação do presente distanciado algum tempo desse passado)
“Olhos” = No período conturbado referido havia o foco permanente de estar sendo vigiada/monitorada, talvez por isso a razão de ser frequente essa ilusão, por vezes cerca de 3 ou mais numa mesma foto (mas que só foi computado um por foto)
“Estetoscópio”= O período conturbado teve como fatores desencadeantes ligados à área da Saúde, pessoal e profissional, portanto foco permanentemente presente, corroborado pelo comentário do colaborador NC: ...” Amarelo- estetoscópio…você é de medicina, será que está a ser um pouquinho parcial? Se fosse mecânica, via uma caixa de velocidades ou uma transmissão?”
“Cão”= No período conturbado um houve um cão, o “75” (como o chamava) que foi um foco constante da atenção e que se refletiu numa rotina presente na atualidade, dois meses também houve um cão que marcou e também corroborou para essa rotina ( numa celebração da missa ao ar livre no momento da Comunhão um cão andava de pessoa em pessoa “pedindo” comida, um dos participantes, abriu um pacote de bolacha discretamente e deu-lhe, felizmente não veio pedir, porque não teria nada na bolsa para lhe dar). Ou talvez, como no caso do vestido, uma antevisão do futuro : Houve um cão que sempre estava preso, mas um dia estava solto e a traição, sem que houvesse motivo (talvez teria porque ouvia-se ovelhas e devia ser um cão pastor que estivesse guardando as ovelhas de quem se aproximasse) mordeu a perna; houve um dia que uma matilha de cães que estavam sendo treinados que se aproximaram, apenas ladrando; houve um terceiro cão, “o batedor” (como o chamava) que fugia de casa para vir ao encontro, que foi um companheiro de caminhada por muitos meses (novamente apenas uma constatação do presente distanciado algum tempo desse passado).
Se houver indícios que aponte para o momento em que foi tirada a foto e houver um total de 50% - 75% de resposta “sim”» Inconclusivo, porém se as ilusões corresponderem às mesmas ilusões, ainda assim justifica integrar no trabalho sobre o surto psicótico e dentro desse contexto ser uma psicoterapia ou autopsicoterapia.
Resultado obtido 66,66% de respostas “sim”, logo resultado:
Inconclusivo
Contudo, houve indícios que apontam para as ilusões corresponderem ao momento interior quando a foto foi tirada, justifica integração no trabalho sobre o surto psicótico e dentro desse contexto ser uma psicoterapia ou autopsicoterapia
Conclusão
Uma ilusão de ótica pode dar origem
a falsos diagnósticos em Psiquiatria, por poder ela própria desencadear episódios de “surto psicótico”, dentro de um
contexto propício, nomeadamente num processo pós traumático ou de maior Stress,
como por exemplo após ser vítima de algum tipo de violência, luto arrastado por
culpas reais ou imaginárias, crise de valores e princípios, entre outros, que
possam provocar uma situação pouco valorizada ou pensada em Medicina, em
particular na Psiquiatria ou na religião, que é a Dor na (da) Alma – sofrimento
da Alma, incapacitante, sem ser uma doença ou distúrbio físico ou mental.
Contudo, uma ilusão de ótica pode ser a
projeção mental daquilo que predomina no pensamento no momento, isso relativo
às ilusões de óticas captadas pela câmara fotográfica, sendo previamente
visualizadas motivando a foto, ou percebidas posteriormente quando se olha a
foto tirada. No presente estudo, as ilusões percebidas são mistas, umas
direcionadas antes de fotografar, outras depois de fotografadas, inclusive numa
mesma foto. Neste contexto, a ilusão de ótica pode ser uma psicoterapia ou
autopsicoterapia, como forma de libertação, “limpeza” da mente ou remoção dos “espinhos
na Alma”.
A ilusão de ótica nas fotografias
tiradas podem ter três significados, como nos sonhos:
-
Ser apenas uma ilusão de ótica do momento sem nenhum significado (como no sonho
ser apenas um sonho e nada mais)
-
Ser a mistura das cenas do presente com as cenas do passado que ficaram
fortemente impressas/fixadas na memória, por tanto lembranças reais projetadas
na imagem
-Ser
uma antevisão do futuro (como nos sonhos), mas nem sempre percebida. Esta foi
mencionada na discussão de dados, porque foram percebidas, podendo ou não ser
uma verdade ou apenas coincidência, porém as coincidências não existem, e como
é afirmado no Hermetismo “nada está solto no Universo” e acrescento, uma
inspiração (=”sussurro de Deus”, termo próprio refletido/criado): “tudo tem uma
razão para acontecer”, quando for para acontecer e no momento certo de
acontecer”
Apesar do resultado ser inconclusivo
porque foi 66,66% de respostas “sim” (conforme foi estabelecido para aceitação
ou rejeição das hipóteses formuladas), porém,
dado os indícios referidos:
Justifica ser integrado no trabalho relativo
ao surto psicótico e dentro desse contexto ser uma psicoterapia ou
autopsicoterapia
Aplicação Prática
1-
Integração
do projeto Ilusões de ótica noutros projetos correlacionados, dois já
concluídos (impresso e encadernado), outro concluído (falta impressão e
encadernação), um outro (antigo concluído, mas falta ser revisto, adaptado,
impresso e encadernado), e ainda outro a ser desenvolvido (serão 6 trabalhos
integrados, contando com este)
2-
Uma
técnica para psicoterapia (se aplicada dirigida por um terapeuta) ou
autopsicoterapia (se for a própria pessoa a utilizá-la) em situações como a
Depressão ou humor deprimido, Stress, Ansiedade, Défice de Atenção,
Hiperatividade
– Caminhar ( de preferência junto à
natureza), fotografar o que chama a atenção, seja um cenário belo ou
diferente, ou o que sai fora do normal, do comum e o que parece ser, que na
verdade não seja, depois verificar se o
que viu (que motivou a foto) foi captado pela câmara fotográfica e verificar se
a câmara captou alguma coisa que não viu, ou seja uma ilusão de ótica e tentar
saber o porque do que viu, correlacionando com o seu momento interior =>
treino da atenção e concentração; Estímulo da memória visual; Descontração;
Relaxamento; Reflexão e meditação; Abstração da realidade, sem criar realidade
paralela; Higiene mental; Estar em sintonia consigo mesmo e com a Natureza,
logo com o Universo e seu Criador. Além de exercitar o cérebro, retardando o
seu envelhecimento.